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Terrorismo na Alerj: Operação Break Chain da Polícia Civil desarticula grupo radical no Rio

Terrorismo contra à Alerj

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Da Redação do 8k / Fotos: Reprodução

Publicado em: 3 de fevereiro de 2026 às 20:06

Uma ação coordenada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro evitou o que poderia ter sido um dos maiores ataques contra instituições públicas no estado. A Operação Break Chain, deflagrada nesta segunda-feira (2), prendeu três pessoas em flagrante e revelou um plano articulado para detonar explosivos na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

O Plano e o Grupo “Geração Z”

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), apontam que os suspeitos fazem parte de uma rede chamada “Geração Z”. O grupo utiliza plataformas como Discord e Telegram para recrutar jovens e disseminar discursos de ódio e táticas de guerrilha urbana.

Durante as buscas em 17 endereços na capital e Região Metropolitana, os agentes apreenderam:

Bombas caseiras prontas para uso;Coquetéis molotov;Manuais de fabricação de artefatos explosivos;

Equipamentos eletrônicos que comprovam o monitoramento das sedes da Alerj (Palácio Tiradentes e Edifício Lúcio Costa).

Depoimentos: “Ataques para chamar atenção”

Em depoimentos colhidos após as prisões, o perfil dos envolvidos assusta pela falta de uma pauta política concreta. Segundo trechos das mensagens interceptadas pela polícia, o objetivo principal era o impacto visual e a propagação do medo.

“A gente vai fazer uns ataques aí para chamar atenção”, escreveu um dos detidos em um grupo de mensagens semanas antes da operação.

Os líderes do grupo tratavam a fabricação de explosivos como uma espécie de “desafio virtual”, incentivando menores de idade e jovens adultos a realizarem atos violentos contra o patrimônio público como forma de ascensão na hierarquia da comunidade digital.

Desdobramentos

A polícia agora trabalha na perícia dos aparelhos apreendidos para identificar outros 13 suspeitos que já estão no radar dos investigadores. Os detidos responderão pelos crimes de:

Associação Criminosa;

Incitação ao Crime;

Posse e Fabricação de Artefato Explosivo.

O policiamento no entorno da Alerj e de outros órgãos públicos foi reforçado por tempo indeterminado

Ações no Restante do País

Devido ao grupo possuir cerca de 8.000 membros distribuídos digitalmente, as investigações agora se expandem para outras capitais:

São Paulo e Brasília

Foram detectados planos de ataques coordenados similares aos do Rio de Janeiro nessas cidades. As polícias locais já estão em alerta e compartilhando inteligência para monitorar manifestações e possíveis atos antidemocráticos.

Cooperação Interestadual

Existe uma articulação para que as informações obtidas pela Polícia Civil do RJ sejam compartilhadas com a Polícia Federal e secretarias de segurança de outros estados, buscando identificar as lideranças nacionais que incitam ações radicais contra o sistema.

Monitoramento de Redes Sociais

O foco principal é a quebra de sigilo e monitoramento de grupos fechados em aplicativos de mensagens, onde a coordenação desses ataques nacionais ocorre de forma descentralizadas.

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