Redação
Publicado em: 6 de outubro de 2026 às 13:16
Com a aproximação da fase decisiva das eleições de 2026, o foco se volta para o cronograma das pesquisas de intenção de voto que prometem aquecer o cenário político. Este artigo detalha as principais datas e eventos relacionados às pesquisas do segundo turno, que serão cruciais para candidatos e eleitores.
As primeiras pesquisas eleitorais com as intenções de voto para o segundo turno da disputa presidencial entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começam a ser divulgadas a partir do dia 8 de outubro de 2026.
O cronograma oficial da primeira rodada de levantamentos, registrado junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e está distribuído da seguinte forma:
Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Datafolha:
Primeiro levantamento do instituto após o primeiro turno. A coleta de dados ocorre entre os dias 6 e 8 de outubro com 2.520 eleitores em entrevistas presenciais. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais. Para verificar o número de registro oficial do levantamento, consulte o portal do TSE.
PoderData:
Entrevistará 3.000 pessoas entre os dias 5 e 7 de outubro. A margem de erro divulgada é de 1,8 ponto percentual. O registro no TSE é o BR-08134/2026.
Sexta-feira, 9 de outubro de 2026
AtlasIntel:
Entrevistará 5.000 eleitores. A margem de erro prevista é de 1 ponto percentual. O levantamento está sob o registro BR-03663/2026. Para informações sobre outras pesquisas previstas para esta data, consulte os canais oficiais dos institutos ou do tribunal.
Sábado, 10 de outubro de 2026
Ipespe:
O instituto ouvirá 1.500 eleitores com trabalho de campo agendado entre terça-feira (6) e quinta-feira (8). Os resultados consolidados serão publicados no sábado.
Início das Pesquisas do Segundo Turno
A primeira rodada de pesquisas do segundo turno está programada para ocorrer logo após a definição dos candidatos que avançam à fase final. Essa pesquisa inicial é essencial para medir o impacto imediato das campanhas e estratégias adotadas pelos candidatos classificados.
Datas Importantes na Reta Final
Além da abertura com a primeira rodada, outras datas se destacam no cronograma das pesquisas. Pesquisas subsequentes serão realizadas em intervalos regulares, fornecendo uma visão atualizada sobre as tendências de intenção de voto e possíveis mudanças no cenário eleitoral.
Impacto das Pesquisas na Campanha Eleitoral
Os resultados das pesquisas desempenham um papel crucial na definição das estratégias de campanha. Candidatos costumam ajustar suas abordagens com base nas informações obtidas, buscando maximizar o apoio dos eleitores indecisos e fortalecer suas bases eleitorais.
As pesquisas do segundo turno das eleições de 2026 são fundamentais para compreender o panorama político e as possíveis reviravoltas na corrida eleitoral. Com datas estratégicas e resultados que influenciam diretamente as campanhas, esses levantamentos são ferramentas indispensáveis para candidatos e eleitores até o dia da votação.
Em relação aos apoios após o encerramento do primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, que confirmou a disputa final entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os candidatos derrotados adotaram posicionamentos distintos sobre os apoios no segundo turno:
Romeu Zema (Novo): Declarou uma posição explicitamente anti-PT. Embora tenha evitado citar diretamente o nome de Flávio Bolsonaro em suas falas iniciais, Zema afirmou de forma contundente: “Onde estiver PT no segundo turno, eu estarei contra o PT. Porque PT é atraso”. Noticiários subsequentes já apontam a formalização de seu apoio à candidatura de Flávio.
Ronaldo Caiado (PSD): Optou por não anunciar uma decisão imediata logo após a apuração. Ele declarou que pretende manter sua coerência política, mas que antes de formalizar qualquer apoio discutirá o posicionamento com a executiva de seu partido e com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab. Apesar disso, articulações de bastidores indicam uma forte tendência e encaminhamento de apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro.
Augusto Cury (Avante): Declarou total neutralidade e afirmou que vai se “silenciar completamente” em relação aos dois nomes que avançaram. O escritor destacou que ninguém está autorizado a usar seu nome ou o de seu vice para declarar voto. Cury também criticou a polarização e anunciou que não pretende dar continuidade à sua carreira política, descartando cargos ministeriais e se retirando da vida pública.
Renan Santos (Missão): Também adotou postura de neutralidade e descartou fazer campanha para qualquer um dos lados ou para o voto nulo. Renan criticou a polarização política, liberou suas bases e orientou que seus eleitores hajam de acordo com suas próprias preferências na votação final.
