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A importância do tratamento da gordura no fígado: diagnóstico, novas abordagens e esperança de reversão

A importância do tratamento da gordura no fígado: diagnóstico, novas abordagens e esperança de reversão

A gordura no fígado está deixando de ser negligenciada e se tornando uma doença metabólica de suma importância. Especialistas alertam que essa condição silenciosa aumenta o risco de doenças cardiovasculares, como infarto e AVC.

Diagnóstico precoce e gravidade da gordura no fígado

O cardiologista Diandro Moto destaca que um em cada quatro pacientes com gordura no fígado apresenta inflamação ativa, aumentando ainda mais o risco de eventos cardiovasculares graves. O diagnóstico precoce é fundamental, pois qualquer grau de gordura no fígado não é considerado normal, conforme explica a hepatologista Fernanda Canedo.

Novas abordagens e tratamento da gordura no fígado

No programa Olhar da Saúde Cast, Canedo apresenta o FIB-4 como um cálculo simples para estimar o risco de fibrose avançada, juntamente com a elastografia hepática para medir a rigidez do órgão. Destaca-se uma nova era de tratamento com o uso de medicamentos da classe dos GLP-1, como a semaglutida, aprovada pela Anvisa por sua ação direta na inflamação, em contraste com suplementos hepatotóxicos como chás.

Resultados promissores nos estudos

Estudos demonstraram que dois em cada três pacientes conseguiram resolver a inflamação no fígado com o tratamento, enquanto um em cada três apresentou melhora na cicatriz hepática. Os médicos ressaltam que, embora as mudanças no estilo de vida sejam essenciais, a medicação traz esperança para reverter casos graves.

Conclusão e importância do tratamento moderno

Os especialistas concluem que, além das mudanças no estilo de vida, a nova abordagem de tratamento da gordura no fígado com medicamentos como a semaglutida oferece esperança para pacientes com casos graves. O Olhar da Saúde Cast, apresentado por Carlos Eduardo Barra Couri e Diogo Sponchiato, destaca a importância de olhar com mais atenção para a saúde do fígado e a segurança dos tratamentos modernos.

Fonte: https://saude.abril.com.br